Junho 27, 2010

Mais um exemplo do choque de gestão do PSDB.

Posted in Uncategorized às 8:43 pm por valdezbhz

Cidade Administrativa, a “obra do século”, já apresenta rachaduras

Três meses após a inauguração, nova sede do Governo de Minas, que custou R$ 1,2 bilhão, revela problemas como piso trincado e maçanetas que não mantêm as portas fechadas

Alex Capella – Repórter – 27/06/2010 – 09:40

Para construir a Cidade Administrativa, no Bairro Serra Verde (Região Norte), a tempo de o ex-governador Aécio Neves (PSDB) inaugurá-la, o Governo do Estado declarou um gasto com obras de R$ 948 milhões. Outros R$ 280 milhões foram gastos em serviços e equipamentos contratados por meio de licitações públicas, totalizando R$ 1,2 bilhão. Todo o complexo ergueu-se do chão em menos de 15 meses. Agora, três meses depois da inauguração, o Governo admite gastar nova soma significativa de recursos para corrigir algumas escolhas “infelizes” do projeto arquitetônico, e manter o complexo de pé. A lista de “defeitos” na obra, apontados num check-list preliminar, vai do tipo de piso usado no pilotis dos três prédios principais – cuja granitina apresenta uma série de fissuras -, passando por maçanetas que não mantêm as portas fechadas.

O gasto com a troca do piso é consenso no Governo. Trata-se da mais aparente “falha” no projeto de construção do complexo. As rachaduras levantaram até a suspeita, entre os servidores, de um possível problema estrutural na obra. Engenheiros e arquitetos ouvidos pelo HOJE EM DIA, com base no valor do metro quadrado aplicado com granitina, calculam que o Estado terá um prejuízo de cerca de R$ 1,5 milhão se optar por arrancar o acabamento usado no complexo, fora o investimento no novo piso. O assunto é delicado e vem sendo tratado com cuidado. Afinal, o projeto executivo recebeu a assinatura do arquiteto Oscar Niemeyer. Além disso, a execução dos 310 mil m² de área construída ficou a cargo de nove construtoras: Camargo Corrêa, Santa Bárbara, Mendes Júnior, Odebrecht, Queiroz Galvão, OAS, Andrade Gutierrez, Via Engenharia e Barbosa Mello.

As obras tiveram início em janeiro de 2008 e foram inauguradas por Aécio no dia 4 de março, data do centenário de nascimento de Tancredo Neves (morto em 1985), que dá nome ao complexo. A área requereu grandes esforços de infraestrutura, envolvendo a dragagem do barramento, aterro, escavação e fundações profundas, devido ao solo pantanoso do terreno de 804 mil m2 do antigo Hipódromo Serra Verde. Fora o tempo considerado recorde pelo próprio Governo para uma construção deste porte, o que chama a atenção é a ousadia do projeto.

Do ponto de vista da engenharia, o Palácio Tiradentes é o edifício mais complexo. O prédio de 146 metros de comprimento e 26 metros de largura aparece suspenso por “alças” metálicas presas à cobertura. A construção possibilita um vão livre duas vezes maior do que o do Museu de Arte de São Paulo (Masp), até então, o maior do mundo. E é justamente no piso do pilotis do Palácio Tiradentes onde se encontra o maior problema da obra.

O revestimento com granitina (acabamento argamassado com aparência de granito branco) apresenta rachaduras por todas as partes. Os pisos dos prédios ‘Minas’ e ‘Gerais’, que abrigam as secretarias e demais órgãos do Estado, receberam o mesmo tipo de revestimento, e também apresentam as fissuras. As falhas no piso, conforme interlocutores, incomodaram o governador Antonio Anastasia (PSDB). Diante das reclamações dos servidores, o governador exigiu uma solução junto às construtoras. Pelo contrato, as empresas são responsáveis pela correção das falhas comprovadas na execução do projeto.

Maçanetas que não funcionam e ratos incomodam servidor

Até outubro, a previsão do Governo é de que a Cidade Administrativa reúna 16,3 mil funcionários. Hoje, os cerca de 4 mil servidores que trabalham no complexo já apresentaram seu “check-list” pessoal aos gestores. Nos processos licitatórios conduzidos pela Seplag, uma série de empresas forneceu, aproximadamente, 59 mil itens para rechear o complexo, incluindo móveis, equipamentos e serviços essenciais para as atividades. Entre as principais reclamações dos servidores, estão a falta de molas nas portas dos banheiros, maçanetas que não funcionam e até a presença de ratos.
Conforme o Governo, pelos contratos, está garantido, além do fornecimento e da instalação completa do mobiliário e dos equipamentos, o serviço de garantia e assistência técnica por cinco anos. O Estado espera definir a lista de problemas que precisam ser resolvidos dentro de 90 dias. “Isso é igual à casa da gente. Existem coisas que precisam de manutenção ou de serem trocadas mesmo. No caso das trocas, o Governo terá de fazer novos contratos”, diz o diretor da Codemig, Marcelo Arruda Nacif.
Na licitação do mobiliário, o edital previu a compra de 22 mil cadeiras, 10 mil armários e mil mesas. Com mobiliário e divisórias, o desembolso do Estado foi de R$ 93,9 milhões na aquisição de 58.731 unidades. Na aquisição de 79 máquinas de café, foram gastos R$ 5,7 milhões, contando a distribuição de 3 mil doses mensais por máquina. Para cinco lotes de lixeiras, num total de 11.978 unidades, foram pagos R$ 882,8 mil.
Ainda na área interna dos prédios, os servidores reclamam do barulho feito pelo sistema de esgoto sanitário a vácuo e das portas empenadas. Segundo o “prefeito” do complexo, Reinaldo Alves da Costa Neto, como o vão livre do Edifício Tiradentes não permitia a instalação da rede hidráulica, optou-se por esse sistema a vácuo. “Não é caso de desgaste. As maçanetas, por exemplo, desagradaram aos servidores. Já na porta dos banheiros serão instaladas molas para que elas fiquem sempre fechadas”.
O térreo, em torno das edificações, foi composto por uma laje impermeabilizada e recoberto com grama. Foram plantadas quatro mil árvores. No entanto, o complexo ainda passa a impressão de um imenso descampado.

Construtoras se isentam de responsabilidade

O acabamento do piso dos três pilotis, previsto no projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, desde o início, sofreu resistência da equipe de engenheiros. Apesar de o piso ser recomendado para áreas de grande circulação de pessoas, os especialistas acreditam que, hoje, há alternativas mais “eficazes’, tanto do ponto de vista funcional quanto do ponto de vista do custo.
Em reunião que contou com as presenças da secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, e do diretor da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), Marcelo Arruda Nacif, o coordenador do projeto de implantação da obra e atual “prefeito” do complexo, Reinaldo Alves da Costa Neto, chegou a justificar o surgimento de “rachaduras” no acabamento do piso em função da escolha “infeliz” do material utilizado.
Diante da própria avaliação do engenheiro, as construtoras consideram que todas as especificações da obra foram seguidas. Com isso, nenhuma empresa teria “obrigação” de arcar com os custos da correção ou da instalação de um novo tipo de piso. Segundo o diretor da construtora Mendes Júnior, Fernando Linhares, a empresa ainda não foi “comunicada” pelo Governo sobre as possíveis falhas na execução do projeto. Mas Linhares, que, ao lado de engenheiros das construtoras Camargo Corrêa e Santa Bárbara foi o responsável pela construção do auditório, do Palácio Tiradentes e pela infraestrutura (abertura de ruas, terraplenagem, conformação de terreno) do complexo, afasta qualquer tipo de erro. “O problema pode estar no tipo de acabamento escolhido, não na execução”.
A discussão sobre quem “pagará a conta” das imperfeições do complexo já cria certo constrangimento entre as empresas e o Governo. Pelos contatos preliminares entre representantes do Governo e das construtoras, houve quem defendesse uma espécie de “divisão dos prejuízos”. Mas as construtoras não querem ceder. Argumentam que não têm responsabilidade sobre a decisão do Governo de mudar o acabamento do piso dos prédios do complexo. Tanto que o presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), Oswaldo Borges da Costa Filho, empresa de capital misto que arcou com os recursos da obra, admite fazer um “aditivo” nos contratos para a realização dos reparos. “Tudo está caminhando sem qualquer atrito. O Estado pode arcar. Não é nada que vá causar desgaste maior”.

Fonte: www.hojeemdia.com.br

Junho 24, 2010

Galvão Bueno falando do Pele: vou dar com a marreta na cabeça dele pô!

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O Lula não entende de nada…

Posted in Uncategorized às 10:21 pm por valdezbhz

Pedro R. Lima, professor

UERJ Economia

FHC, o farol, o sociólogo, entende tanto de sociologia quanto o governador de São Paulo, José Serra, entende de economia. Lula, que não entende de sociologia, levou 32 milhões de miseráveis e pobres à condição de consumidores;..e que também não entende de economia;.. pagou as contas  de FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.
Lula, o analfabeto, que não entende de educação, criou mais escolas e universidades que seus antecessores juntos, e ainda criou o PRÓ-UNI, que leva o filho do pobre à universidade.
Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas, elevou o salário mínimo de 64 para mais de 200 dólares, e não quebrou a previdência como queria FHC.
Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da nação e disse que o Brasil está melhor que o mundo. Embora o PIG-Partido da Imprensa Golpista, que entende de tudo, diga que não.
Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país à liderança mundial de combustíveis renováveis.
Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas mundiais e colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser respeitado e enterrou o G-8.
Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi sindicalista brucutu;.. mandou às favas a ALCA, olhou para os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce liderança absoluta sem ser imperialista. Tem fácil trânsito junto a Chaves, Fidel, Obama, Evo etc. Bobo que é, cedeu a tudo e a todos.
Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o primeiro negro no Supremo (desmoralizado por brancos) uma mulher no cargo de primeira ministra, e que pode inclusive, fazê-la sua sucessora.
Lula, que não  entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha (a convite dela) e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.
Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC;.. antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir;.. e hoje o PAC é um amortecedor da crise.
Lula, que não  entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a indústria  automobilística a bater recorde no trimestre.
Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem fluência entre os líderes mundiais;.. é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes no mundo atual.
Lula, que não  entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já tinha empatia e relação direta com George Bush – notada até pela imprensa americana – e agora tem a mesma empatia com Barack Obama.
Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador;.. é amigo do tal John Sweeny e entra na Casa Branca com credencial de negociador e fala direto com o Tio Sam lá, nos “States”.
Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar um mapa;.. é ator da mudança geopolítica das Américas.
Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna interlocutor universal.
Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de bravatas;.. faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil.
Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é um pacifista ingênuo, já é cotado pelos palestinos para dialogar com Israel.
Lula, que não entende nada de nada;.. é bem melhor que todos os outros…!

Fonte: texto que recebi por e-mail

A Globo perdeu muito com o Dunga.

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24 de junho de 2010 às 12:58

Leandro Fortes: Os que querem aparecer mais que a jabulani

A nova Era Dunga: o fim do besteirol esportivo

Por Leandro Fortes, no Brasília Eu Vi

Foi na Copa do Mundo de 1986, no México, com Fernando Vanucci, então apresentador da TV Globo, que a cobertura esportiva brasileira abandonou qualquer traço de jornalismo para se transformar num evento circense, onde a palhaçada, o clichê e o trocadilho infame substituíram a informação, ou pelo menos a tornaram um elemento periférico.

Vanucci, simpático e bonachão, criou um mote (“alô você!”) para tornar leve e informal a comunicação nos programas esportivos da Globo, mas acabou por contaminar, involuntariamente, todas as gerações seguintes de jornalistas com a falsa percepção de que a reportagem esportiva é, basicamente, um encadeamento de gracinhas televisivas a serem adaptadas às demais linguagens jornalísticas, a partir do pressuposto de que o consumidor de informações de esporte é, basicamente, um retardado mental. Por diversas razões, Vanucci deixou a Globo, mas a Globo nunca mais abandonou o estilo unidunitê-salamê-minguê nas suas coberturas esportivas, povoadas por sorridentes repórteres de camisa pólo colorida. Aliás, para ser justo, não só a Globo. Todas as demais emissoras adotaram o mesmo estilo, com igual ou menor competência, dali para frente.

Passados quase 25 anos, o estilo burlesco de se cobrir esporte no Brasil passou a ser uma regra, quando não uma doutrina, apoiado na tese de que, ao contrário das demais áreas de interesse humano, esporte é apenas uma brincadeira, no fim das contas. Pode ser, quando se fala de handebol, tênis de mesa e salto ornamental, mas não de futebol. O futebol, dentro e fora do país, mobiliza imensos contingentes populacionais e está baseado num fluxo de negócios que envolve, no todo, bilhões de reais.

Ao lado de seu caráter lúdico, caminha uma identidade cultural que, no nosso caso, confunde-se com a própria identidade nacional, a ponto de somente ele, o futebol, em tempos de copa, conseguir agregar à sociedade brasileira um genuíno caráter patriótico. Basta ver os carros cobertos de bandeiras no capô e de bandeirolas nas janelas. É o momento em que mesmos os ricos, sempre tão envergonhados dos maus modos da brasilidade, passam a ostentar em seus carrões importados e caminhonetes motor 10.0 esse orgulho verde-e-amarelo de ocasião. Não é pouca coisa, portanto.

Na Copa de 2006, na Alemanha, essa encenação jornalística chegou ao ápice em torno da idolatria forçada em torno da seleção brasileira penta campeã do mundo, então comandada pelo gentil Carlos Alberto Parreira. Naquela copa, a dominação da TV Globo sobre o evento e o time chegou ao paroxismo. A área de concentração da seleção tornou-se uma espécie de playground particular dos serelepes repórteres globais, lá comandados pela esfuziante Fátima Bernardes, a produzir pequenos reality shows de dentro do ônibus do escrete canarinho.

Na época, os repórteres da Globo eram obrigados a entrar ao vivo com um sorriso hiperplastificado no rosto, com o qual ficavam paralisados na tela, como em uma overdose de botox, durante aqueles segundos infindáveis de atraso de sinal que separam as transmissões intercontinentais. Quatro anos antes, Fátima Bernardes havia conquistado espaço semelhante na bem sucedida seleção de Felipão. Sob os olhos fraternais do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, foi eleita a musa dos jogadores, na Copa de 2002, no Japão. Dentro do ônibus da seleção. Alguém se lembra disso? Eu e a Globo lembramos, está aqui.

O estilo grosseiro e inflexível de Dunga desmoronou esse mundo colorido da Globo movido por reportagens engraçadinhas e bajulações explícitas confeitadas por patriotadas sincronizadas nos noticiários da emissora. Sem acesso direto, exclusivo e permanente aos jogadores e aos vestiários, a tropa de jornalistas enviada à África do Sul se viu obrigada a buscar informações de bastidores, a cavar fontes e fazer gelados plantões de espera com os demais colegas de outros veículos. Enfim, a fazer jornalismo. E isso, como se sabe, dá um trabalho danado. Esse estado de coisas, ao invés de se tornar um aprendizado, gerou uma reação rançosa e desproporcional, bem ao estilo dos meninos mimados que só jogam porque são donos da bola. Assim, o sorriso plástico dos repórteres e apresentadores se transformou em carranca e, as gracinhas, em um patético editorial.

Dunga será demitido da seleção, vença ou perca o mundial. Os interesses comerciais da TV Globo e da CBF estão, é claro, muito acima de sua rabugice fronteiriça e de sua saudável disposição de não se submeter à vontade de jornalistas acostumados a abrir caminho com um crachá na mão. Mas poderá nos deixar de herança o fim de uma era medíocre da crônica esportiva, agora defrontada com um fenômeno com o qual ela pensava não mais ter que se debater: o jornalismo.

Fonte: http://www.viomundo.com.br

Dia 25: torça pelo Brasil noutra emissora.

Posted in Uncategorized às 9:47 pm por valdezbhz

24 de junho de 2010 às 17:42

Altamiro Borges: Pela democracia e pelo futebol

Dia 25: torcer pelo Brasil, sem a Globo

por Altamiro Borges, em seu blog

A arrogância imperial da TV Globo, que se considera acima das leis e de Deus, conseguiu operar um milagre num país em que todos se acham técnicos de futebol. Antes dela satanizar Dunga, a torcida brasileira estava, no mínimo, dividida entre o amor e o ódio ao comandante da seleção. Mas após os seus ataques histéricos, enquetes indicam que mais de 70% dos torcedores passaram a defender o técnico – e menos de 5% ficaram ao lado dos prepotentes da Vênus prateada.

Na esteira deste episódio, um movimento espontâneo na internet ganhou milhares de adeptos ao propor o “diasemglobo”, defendendo o boicote à emissora na transmissão do jogo entre Brasil e Portugal, nesta sexta-feira (25). Além dos baixos índices de audiência no Ibope, a TV Globo está amargando péssimas notícias na Copa. Primeiro foi o movimento “Cala boca Galvão”, contra as abobrinhas ditas pelo seu principal âncora esportivo. Agora, é o “diasemglobo”. Haja coração!

Um bate-boca educativo

Talvez motivada por seu histérico oposicionismo ao governo Lula, a emissora parece torcer pela derrota da seleção brasileira. Talvez ache que o hexa beneficiaria a candidata Dilma Rousseff – o que é algo questionável. Em 2002, o Brasil foi penta-campeão e nem por isso FHC elegeu o seu sucessor, José Serra. Já em 2006, em plena crise do chamado “mensalão”, o Brasil apanhou na Copa e nem por isso Lula deixou de ser reeleito. O povo sabe distinguir entre futebol e política!

Com base nesta visão eleitoreira, a TV Globo elegeu Dunga como seu alvo principal, seu saco de pancadas. Mas só que o técnico, além de retranqueiro, mostrou-se turrão e decidiu comprar briga com a poderosa emissora. Poucas celebridades no país, seja no esporte, na política ou em outras áreas, têm esta coragem. De imediato, a atitude lhe valeu a simpatia dos torcedores. E o apoio cresceu ainda mais quando se soube dos bastidores do bate-boca entre Dunga e TV Globo.

Mais um tiro no pé

Em matéria publicada no Portal Terra, o jornalista Bob Fernandes revelou as verdadeiras causas da briga. Segundo seu relato, Dunga não aceitou dar privilégios à TV Globo nas entrevistas com os jogadores. Esta mutreta teria sido negociada diretamente com Ricardo Teixeira, presidente da CBF, só que o técnico decidiu vetar. O bate-boca diante das câmeras decorreu desta interferência indevida, com o Dunga soltando os rojões contra a emissora. Diante desta decisão altiva, a TV Globo resolveu partir para baixaria, inclusive com um editorial grosseiro no Fantástico.

Na prática, a poderosa emissora vestiu a carapuça de arrogante e deu um tiro no pé. No twitter, milhares de internautas passaram a defender o boicote à transmissão do jogo Brasil X Portugal. Somado ao movimento do “Cala boca Galvão”, que inclusive virou faixa nos estádios da África do Sul e reportagens em vários veículos internacionais, o protesto do “diasemglobo” representa uma nova surra da prepotente emissora. Eu, que já não gosto das babaquices do Galvão Bueno, nem vou passar perto deste canal na sexta-feira, dia 25. Fará bem ao futebol e à democracia.

Fonte: www.viomundo.com.br

Serra: o exterminador de empresas estatais

Posted in Uncategorized às 9:16 pm por valdezbhz

Como disse o Ciro Gomes, se for preciso o Serra passa por cima da própria mãe.

Justiça: Bhtrans está proibida de cobrar reboque e estadia. Tomara que esse abuso acabe.

Posted in Uncategorized às 1:44 pm por valdezbhz

Cidades

Liminar. Decisão do juiz da 5ª Vara da Fazenda Municipal passou a valer ontem; empresa tem dez dias para recorrer

BHTrans está proibida de cobrar reboque e estadia

A Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) está proibida de cobrar a taxa de reboque e de estadia dos veículos apreendidos em seu pátio. A ordem partiu de uma liminar do juiz José Washington Ferreira da Silva, da 5ª Vara da Fazenda Municipal. Ela foi promulgada na semana passada, mas passou a valer ontem, quando a empresa responsável pelo gerenciamento do trânsito na capital foi notificada.

Caso a empresa descumpra a decisão, ela terá de pagar uma multa diária no valor de R$ 50 mil. Como a decisão foi tomada em primeira instância, a prefeitura tem dez dias para recorrer. Até lá, a empresa terá que manter a suspensão da cobrança.

Segundo a assessoria de imprensa da BHTrans, o serviço continuará a ser realizado, ou seja, os motoristas infratores continuarão a ter seus carros rebocados, no entanto, eles não terão de pagar a taxa. A única coisa que eles terão de pagar são as multas pendentes que existirem para aquele veículo. Nos últimos cinco anos, a empresa arrecadou R$ 3,9 milhões com o serviço.

Entenda. A ordem do juiz foi motivada por uma ação do Ministério Público Estadual que julga que a cobrança é ilegal, já que se trata de um imposto que não está regulamentado por lei e, sim, por portaria.

Segundo o promotor Leonardo Barbabela, da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio, a taxa só pode ser cobrada depois que o município criar uma lei que a oficialize. Em abril passado, o MPE propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que não foi aceito pela BHTrans.

Na avaliação do procurador geral do município, Marco Antônio Rezende, as tarifas não são um imposto, mas, sim, preço público. Ele garante que a prefeitura irá recorrer dentro do prazo. “Vamos, a partir de hoje (ontem), analisar os argumentos do Ministério Público e elaborar nossa defesa”, disse o procurador responsável pela defesa da BHTrans. (TT)

Publicado em: 24/06/2010

Fonte: www.otempo.com.br

Utilidade Pública: Agora se o seu celular der defeito o fabricante deverá trocar e não mais consertar.

Posted in Uncategorized às 1:41 pm por valdezbhz

Economia

Penalidade. Multa para quem descumprir é de até R$ 3 mi

Celular vira item essencial e deve ter troca imediata

Nova regra é do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor

Brasília. Os aparelhos celulares passaram a ser considerados produtos essenciais pelos órgãos de defesa do consumidor e, com isso, os consumidores podem exigir, de forma imediata, a substituição do produto, a restituição dos valores pagos ou o abatimento do preço num outro aparelho em caso de defeito. A nova interpretação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) faz parte de nota técnica elaborada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, aprovada na última sexta-feira, em encontro de órgãos de defesa do consumidor, em João Pessoa (PB), e divulgada ontem pelo Ministério.

“Empresas que não cumprirem o novo entendimento do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor estarão sujeitas a multas de até R$ 3 milhões e medidas judiciais cabíveis”, afirma a nota.

A decisão se baseou nas crescentes reclamações dos consumidores e da indiferença dos setores envolvidos. O Brasil tinha, em abril, 180,76 milhões de celulares em funcionamento. Em Minas Gerais, eram 18,5 milhões de aparelhos em operação.

Publicado em: 24/06/2010

Fonte: www.otempo.com.br

Junho 23, 2010

Nossa, cadê aqueles partidos éticos que pregam na TV?

Posted in Uncategorized às 9:57 pm por valdezbhz

23 de Junho de 2010 – 20h39

Funcionários fantasmas assombram gabinetes do PSDB e do DEM

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), cotado para ser vice na chapa de José Serra à Presidência, é suspeito de empregar nove funcionários “fantasmas” no Senado, todos membros da mesma família. A denúncia surge pouco tempo depois que um outro senador da oposição, Efraim Moraes (DEM-PB) foi denunciado pelo mesmo delito.

Guerra nomeou oito familiares de Caio Mário Mello Costa Oliveira, que trabalha como “faz-tudo” do senador, para prestarem serviços em seu escritório de apoio em Recife (PE). Entretanto, os familiares de Caio Mário não fazem expediente nem são conhecidos por quem trabalha no local.

Juntos, os funcionários de Guerra recebem cerca de R$ 20 mil mensais. O líder tucano nega irregularidades e afirma que os servidores trabalham normalmente. O senador nomeou dois filhos, dois irmãos, três sobrinhos e uma cunhada de Caio Mário, todos como assessores parlamentares. Até o ano passado, um outro filho e outro sobrinho dele também eram contratados, mas foram exonerados. Apesar de os funcionários não serem parentes de Guerra, o caso pode configurar nepotismo, segundo entendimento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Para o órgão, a súmula vinculante nº 13, editada em 2008, não permite a nomeação nem mesmo de parentes de assessores.

Efraim Moraes será investigado

Nesta semana, o corregedor do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), informou que abrirá sindicância para investigar a participação do senador Efraim Morais (DEM-PB) na contratação de funcionários fantasmas em seu gabinete. A investigação deve ser iniciada na próxima semana, depois de a Polícia Legislativa do Senado encaminhar parecer do inquérito a Tuma. “Vamos abrir uma investigação e ver a situação. Dependendo da circunstância, a manifestação pode ser por escrito, mas ele terá de se manifestar”, afirmou o corregedor.

Na segunda-feira, a Polícia do Senado informou que encaminharia o inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF), foro apropriado para apurar a participação do senador Efraim no escândalo. Ontem, a Secretaria de Comunicação do Senado divulgou nota rebatendo a informação. Segundo a assessoria da Casa, caberá ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidir se o caso de Efraim vai ou não ao Supremo. “Uma vez concluído o inquérito, em obediência ao Ato da Comissão Diretora nº 20, de 2004, os autos serão encaminhados ao Sr. presidente do Senado, que é a autoridade competente para remetê-los ao Judiciário, se for o caso”, traz a nota

Resolução nº 59 de 2002 da Casa, no entanto, indica que a polícia legislativa tem autonomia para encaminhar inquéritos à “autoridade judiciária competente”. Se o Senado retirar das mãos da polícia legislativa o inquérito dos fantasmas do senador Efraim, abrirá precedente para mudar a tramitação das investigações na Casa. Em apurações de irregularidades como o escândalo dos atos secretos, a polícia encaminhou o inquérito diretamente ao judiciário, sem a obrigação de submeter a apuração à Mesa Diretora.

Fontes: UOL e Correio Braziliense

Extraído de www.vermelho.org.br

Cidadão comédia

Posted in Uncategorized às 8:59 pm por valdezbhz

Fonte: http://www.otempo.com.br/otempo

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